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Tecnologia

Clinical Corvus separa o controle clínico dos runtimes usados para executar modelos e ferramentas. O objetivo é manter políticas, estado, evidência e formato de resposta estáveis mesmo quando provedores ou bibliotecas mudam.

Princípios

  • O control plane clínico pertence ao Corvus.
  • O clínico continua responsável pela decisão final.
  • Estado longitudinal e estado do episódio têm limites diferentes.
  • PHI não é compartilhada com terceiros por padrão.
  • Evidência e incerteza devem permanecer visíveis na resposta.
  • Cada superfície mostra apenas a rastreabilidade que seu caminho realmente produz.

Mapa da arquitetura

CamadaResponsabilidade
FrontendWorkspace, dashboards, revisão de rascunhos e visualização de contexto.
APIAutenticação, tenant, dados clínicos, tarefas, uso e políticas.
Control plane CorvusPerfil da pergunta, sequência de tarefas, budgets, gates, CaseState e AgentResponse.
Runtimes de IABAML para saídas estruturadas e Langroid em caminhos seletivos de agente ou tarefa.
RecuperaçãoCorpus local, BM25, vetores, fontes bibliográficas e fallback web governado.
EstadoContexto longitudinal, episódio, memória de trabalho e preferências aprendidas.
RailsEvidência, contexto de paciente, proveniência e estado de resposta.

Caminhos de execução

O pipeline canônico de tarefas usa /api/agents/tasks/* para ações governadas de discussão e pesquisa. Clipboard, plano, Academia e algumas ações auxiliares têm contratos próprios. Eles não devem ser descritos como se atravessassem o mesmo pipeline ou produzissem a mesma proveniência.

Leituras técnicas